terça-feira, 9 de agosto de 2011

Ela era impulsiva, pensou ele.




Ela era impulsiva, pensou ele.
Tinha dentro de si algo infantil,
que a levava a olhar o mundo com olhos de deslumbre,visivelmente, tudo lhe parecia interessante, fascinante,
como quem desejava abraçar o mundo,
mesmo que de uma forma confiante e ingênua,
pelas melenas rubias, as quais à iluminavam o rosto,
dava para perceber o perigoso enlace que a ingenuidade
misturada à forte impulsividade lhe conferiam,
elo de bondade e o apreço do risco,
a tempestade pelos olhos ligeiramente puxados e pequeninos,
porém intensos, era visível também que carregava o brilho daqueles que se jogam,
se consomem, e só depois conseguem parar para avaliar qualquer passo imprudente,
os riscos e prejuízos, imprudência.
Talvez, estivesse ali seu maior defeito, ou quem sabe,
sua maior qualidade, linha tênue que salva, ou afoga: mistério...



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