sexta-feira, 15 de julho de 2011

SEDE DO INFINITO


"...O meu mundo não é como o dos outros!
Quero demais, exijo demais.

Há em mim uma sede de infinito,
uma angústia constante que nem eu mesma compreendo.

Pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada,
com uma alma intensa, violenta, atormentada.

Uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade...
sei lá de quê..."


(Florbela Espanca))

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